Não cirúrgico

Radiofrequência

Aliviar a dor crónica da coluna sem cirurgia, com calor controlado aplicado nos nervos que a transmitem, um procedimento minimamente invasivo, feito em ambulatório.

Feito em ambulatório · alívio que pode durar meses.

Ilustração médica em perfil da coluna vertebral demonstrando o procedimento de radiofrequência, com uma agulha especial a aplicar energia térmica diretamente no ramo nervoso para o alívio da dor crónica.
Dr. Rafael Portela

Como eu faço

Vejo a radiofrequência como mais uma ferramenta dentro de um plano. Só a proponho depois de um diagnóstico bem feito e, antes dela, faço habitualmente um bloqueio diagnóstico, uma injeção-teste que confirma se aqueles nervos são, de facto, a origem da dor. Só quando esse teste é positivo é que a radiofrequência faz sentido, é assim que garanto que tem boa probabilidade de resultar.

Dr. Rafael PortelaOrtopedia · Cirurgia da Coluna

A técnica, em poucas palavras

O que precisa de saber

O que é

A radiofrequência é uma técnica minimamente invasiva para a dor crónica da coluna. Através de uma agulha fina, guiada por imagem, aplico calor controlado sobre os pequenos nervos que transmitem a dor de uma estrutura da coluna, interrompendo, de forma temporária, o sinal doloroso.

O que faz (e o que não faz)

Não corrige a causa mecânica do desgaste, mas pode reduzir muito a dor e devolver-lhe qualidade de vida e capacidade para se mover e fazer reabilitação, evitando ou adiando soluções mais invasivas.

Quando está indicada

Dor crónica das facetas (lombar ou cervical); dor da articulação sacroilíaca; dor que respondeu bem ao bloqueio diagnóstico; doentes que querem evitar ou adiar a cirurgia, ou que não são candidatos.

Vantagens

Minimamente invasiva, sem incisão; em ambulatório, com alta no próprio dia; recuperação rápida; alívio que pode ser prolongado; repetível; permite reduzir a medicação.

Como decorre

Bloqueio diagnóstico prévio; no dia, posicionamento confortável e anestesia local; agulha até ao nervo-alvo, guiada por imagem; calor controlado durante alguns minutos; curto período de observação.

Riscos

Procedimento seguro; efeitos na maioria ligeiros e transitórios, desconforto local, pequeno hematoma ou, raramente, alteração passageira da sensibilidade. Complicações sérias são muito raras.

Porque escolho esta abordagem

O que ganha com esta técnica

Alívio prolongado

Pode durar vários meses; repetível se a dor regressar.

Sem cirurgia

Apenas uma agulha, em ambulatório.

Indicada com critério

Só quando o bloqueio confirma a origem da dor.

DO PROCEDIMENTO AO ALÍVIO

O caminho da recuperação

1

Primeiros dias

Atividades leves quase de imediato; algum desconforto local.

2

1–3 semanas

Instala-se, em geral, o alívio da dor.

3

Depois

Momento ideal para investir na reabilitação e no fortalecimento.

4

Se necessário

O procedimento pode ser repetido.

EESS · ISUBE · AO SPINE · EUROSPINE

Membro fundador

European Endoscopic Spine Society (EESS)

Formação internacional

Ganga Hospital (AO Spine) · Bordéus

Volume cirúrgico elevado

em técnicas minimamente invasivas

Patologias que trato com esta técnica

O que trato com esta técnica

Artrose Facetária

Alívio prolongado da dor das facetas.

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Disfunção Sacroilíaca

Quando o bloqueio confirma a origem na articulação.

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Doença Degenerativa do Disco

Dor facetária associada ao desgaste.

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Casos clínicos reais

Casos reais desta técnica — radiofrequência para dor crónica da coluna, com exames e evolução, sempre com o consentimento do doente. Veja como abordei situações semelhantes à sua.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

A radiofrequência dói?

É feita com anestesia local e, em geral, é bem tolerada. Pode sentir algum desconforto nos dias seguintes.

Quanto tempo dura o alívio?

Varia, mas pode prolongar-se por vários meses. Se a dor regressar, pode repetir-se.

Porque é preciso um bloqueio antes?

Confirma se aqueles nervos são mesmo a origem da sua dor, é o que me permite indicar a radiofrequência só quando há boa probabilidade de resultar.

Isto substitui a cirurgia?

Em muitos casos de dor facetária, permite evitá-la ou adiá-la. Noutros, é um complemento. Depende do diagnóstico.

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